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  • Pesquisadores do STAC e do CENA são premiados por contribuições à segurança alimentar e à sustentabilidade no campo

    Os pesquisadores Elisabete Aparecida de Nadai Fernandes, do Laboratório de Radioisótopos do Cena (Centro de Energia Nuclear na Agricultura) da USP em Piracicaba, e Durval Dourado Neto, Coordenador do Centro de Agricultura Tropical Sustentável (STAC), foram contemplados com o Prêmio Fundação Bunge 2024 . Reconhecida como uma das mais importantes premiações científicas do Brasil, a Fundação Bunge homenageia profissionais que desempenham um papel fundamental na pesquisa nacional. Elisabete receberá o prêmio na categoria Vida e Obra, no tema "Rastreabilidade na produção de alimentos: segurança alimentar, capacitação e redução de assimetrias regionais". Já Durval será agraciado na mesma categoria, mas com o tema "Desenvolvimento e uso de tecnologias e conectividade acessíveis para a sustentabilidade no campo". Elisabete, responsável pelo Laboratório de Radioisótopos do Cena, construiu uma carreira destacada no campo da rastreabilidade da segurança alimentar. Em 1986, após o acidente nuclear de Chernobyl, a equipe do laboratório foi fundamental ao identificar que leite importado da Europa e distribuído em escolas brasileiras estava contaminado com radiação, pois era proveniente de regiões próximas ao local do acidente. A atuação de Elisabete também foi essencial no acidente nuclear com Césio-137, ocorrido em 1987, em Goiás. O laboratório liderado por ela foi encarregado de verificar se os produtos agrícolas brasileiros haviam sido contaminados. Por sua vez, Durval Dourado Neto se destaca por pesquisas que influenciam diretamente políticas públicas no Brasil, especialmente relacionadas à produção sustentável de alimentos. Ele coordena o Grupo de Políticas Públicas (GPP), que desenvolve trabalhos em áreas como conectividade rural, crucial para a digitalização da agricultura. Suas pesquisas promovem impactos positivos, como a produção de alimentos saudáveis, a geração de renda, o bem-estar dos agricultores e a permanência dos jovens no campo. As iniciativas do professor e sua equipe têm fornecido subsídios ao governo para implementar programas de conectividade e plataformas digitais que beneficiem desde a agricultura familiar até o agronegócio. Veja a matéria completa neste link .

  • AUSPIN Roadshow

    O evento acontecerá durante a 67ª Semana Luiz de Queiroz e discutirá temas como o Escritório de Integridade e Proteção da Pesquisa e o Marco Legal da Inovação. O Roadshow contará com a presença do Prof. Dr. Luiz Henrique Catalani, coordenador da AUSPIN e do Prof. Dr. Raul Gonzalez Lima, Pró-reitor adjunto de Inovação. O público-alvo inclui graduandos, pós-graduandos, pesquisadores, servidores, professores e todos os interessados no Agtech Valley Piracicaba. Informações sobre o evento: Local : Anfiteatro Prof. Urgel de Almeida Lima, “JUMBÃO”, na ESALQ, em Piracicaba/SP Data e horário : Quinta-feira, 10 de outubro, às 14h. Para mais informações, acesse: https://www.inovacao.usp.br/roadshow2024/

  • Mais da metade da população de São Paulo enfrenta insegurança alimentar, aponta pesquisa.

    São Paulo, a cidade mais rica do Brasil, enfrenta uma grave crise de insegurança alimentar, com mais da metade de sua população vivendo nessa condição, segundo um estudo inédito divulgado na última sexta-feira (19/09). O 1º Inquérito sobre a Situação Alimentar no Município de São Paulo , revelou que mais de 5,8 milhões de pessoas na cidade tiveram que reduzir a variedade de alimentos, diminuir as porções, pular refeições ou até passar um dia inteiro sem comer em 2024. Os dados mostram que 50,5% dos paulistanos enfrentam algum grau de insegurança alimentar, ou seja, não têm acesso regular e adequado aos alimentos necessários. Esse percentual é quase o dobro da média nacional, que é de 27,6%. Entre os mais afetados, 1,4 milhão de pessoas (12,5%) vivem em situação de insegurança alimentar grave, ou seja, estão passando fome — três vezes mais do que a média brasileira. A pesquisa foi realizada por meio de uma parceria entre o Comusan-SP (Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional), o Obsanpa (Observatório de Segurança Alimentar e Nutricional da Cidade de São Paulo), e pesquisadores da Unifesp e UFABC. O estudo contou com a participação de 3.300 pessoas entrevistadas entre maio e julho de 2024, utilizando o questionário da Escala Brasileira de Insegurança Alimentar, o mesmo utilizado pelo IBGE para aferir os dados nacionais. Os resultados indicam que a fome é mais acentuada nas periferias da cidade, onde 72% das pessoas que enfrentam insegurança alimentar grave residem. A zona leste é a área mais afetada, com mais de 446 mil pessoas nessa situação, seguida pela zona sul, com 297 mil. Outro dado alarmante é que 70% dos domicílios em situação de insegurança alimentar grave têm renda per capita de até meio salário mínimo. Além disso, o acesso ao programa Bolsa Família não tem sido suficiente para garantir a segurança alimentar dessas famílias. “São Paulo tem o maior custo de vida do país, o que torna o benefício nacional insuficiente. Talvez a política de assistência social na cidade precise ser mais robusta”, pontuou Sousa. A pesquisa também investigou os constrangimentos enfrentados por quem vive em insegurança alimentar. Entre as pessoas que passam fome, 40,4% relataram ter deixado de comprar alimentos para pagar transporte público, e 38,6% afirmaram ter passado por situações humilhantes para conseguir comer. Veja o documento, na íntegra, em: https://sites.google.com/view/situacaoalimentarsp

  • FAO e USP unem forças por segurança alimentar na América Latina

    Membros da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP) discutem desafios e oportunidades para sistemas agroalimentares inclusivos com Luiz Carlos Beduschi , Oficial de Políticas em Desenvolvimento Territorial junto à Organizaçao das Naçoes Unidas para a Alimentaçao e Agricultura ( FAO ). Os sistemas agroalimentares empregam mais de 1 bilhão de pessoas globalmente, mas em muitas regiões do planeta, a pobreza e a desigualdade social são desafios presentes nesse setor. Para discutir os "Desafios e oportunidades para acelerar a transição para sistemas agroalimentares inclusivos e sustentáveis na América Latina", a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP) recebeu, na manhã do dia 19 de setembro, o engenheiro agrônomo Luiz Carlos Beduschi Filho. Beduschi atua como especialista em Políticas de Desenvolvimento Rural na Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) na América Latina e Caribe, onde coordena o Programa de Transformação Rural. Ex-aluno da Esalq, ele trabalha com foco na criação de sociedades rurais mais prósperas, inclusivas e sustentáveis. “Há um enorme potencial de parceria entre a FAO e a USP, e a Esalq está pronta para contribuir na superação dos desafios enfrentados pelos sistemas agroalimentares”, afirmou Beduschi. Em sua apresentação, ele destacou que a FAO busca utilizar dados científicos para fundamentar decisões políticas e promover boas práticas na transformação dos sistemas agroalimentares, garantindo assim a segurança alimentar global. Especificamente para a América Latina e Caribe, Beduschi compartilhou com os professores da Esalq o Marco Estratégico da FAO 2022-2031, que estabelece quatro prioridades para a região. “Nós estamos focados em quatro áreas principais: melhorar a produção, promover o uso sustentável do meio ambiente, aprimorar a nutrição das populações e elevar a qualidade de vida. Para isso, a colaboração entre diferentes atores globais e a conexão entre Ciência e Política são fundamentais”, explicou o engenheiro agrônomo. SOBRE A FAO A FAO é uma agência especializada da ONU, fundada em 1945, cujo objetivo principal é erradicar a fome, promover a segurança alimentar e melhorar a nutrição global. Sua missão é ajudar os países a desenvolver sistemas agrícolas e alimentares sustentáveis, oferecendo assistência técnica, política e científica para que cada nação seja capaz de produzir alimentos suficientes e de qualidade. Veja a matéria completa em: https://www.esalq.usp.br/banco-de-noticias/parceria-entre-usp-e-fao-estimula-di%C3%A1logo-na-esalq

  • Conectividade Rural, Desenvolvimento da Agropecuária Brasileira e Sustentabilidade Ambiental

    A obra “Agropecuária Brasileira: evolução, resiliência e oportunidades” é um livro que reúne doze estudos realizados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – Ipea , tratando de temas como mobilidade produtiva, agricultura de baixo carbono e Internet das Coisas (IoT) aplicada ao campo . O livro "Agropecuária Brasileira: Evolução, Resiliência e Oportunidades" , organizado por José Eustáquio Ribeiro Vieira Filho e José Garcia Gasques , aborda a importância do agronegócio brasileiro e as oportunidades de desenvolvimento tecnológico e sustentabilidade. Um dos capítulos principais foca na IoT e sua aplicação no campo, especialmente na modernização da agropecuária brasileira. A IoT é apresentada como uma ferramenta fundamental para aumentar a produtividade agrícola, reduzir desperdícios e otimizar o uso de recursos naturais, como água e fertilizantes. O avanço da agropecuária brasileira está diretamente ligado à implementação de tecnologias de informação, especialmente a IoT. A conectividade no campo surge como um fator-chave para aumentar a produtividade, melhorar a gestão dos recursos naturais e promover práticas sustentáveis. No capítulo "Internet das Coisas e Conectividade no Campo", é destacado o papel da IoT como uma ferramenta poderosa na modernização do agronegócio brasileiro. Apesar dos avanços, a falta de conectividade ainda é um dos principais desafios para a implementação da IoT em larga escala nas áreas rurais do Brasil. A cobertura de banda larga é limitada em muitos locais, o que impede o acesso a essas tecnologias, especialmente para pequenos e médios produtores. Segundo o documento, essa realidade mostra a necessidade de políticas públicas que incentivem a expansão da infraestrutura de conectividade no campo. Investimentos públicos e privados em tecnologias de comunicação, como a rede 5G, são cruciais para superar esses obstáculos e garantir que a conectividade rural seja uma realidade em todas as regiões do país. Além dos ganhos econômicos, a conectividade no campo contribui para a sustentabilidade ambiental. Ao permitir o monitoramento e a análise detalhada de dados, a IoT ajuda os agricultores a otimizar o uso de água, fertilizantes e defensivos agrícolas, reduzindo o desperdício e minimizando impactos negativos no meio ambiente. Essa prática também facilita a transição para uma agricultura mais sustentável e orgânica, alinhando-se com as demandas do mercado global e promovendo a segurança alimentar. A implementação da IoT no agronegócio brasileiro também promove a integração e a inovação no setor, consolidando o país como líder mundial em produção agrícola. No entanto, a massificação dessa tecnologia depende de iniciativas que visem a inclusão digital dos produtores rurais e o acesso à infraestrutura de comunicação eficiente e de qualidade. A conectividade rural, portanto, é um elemento estratégico para o desenvolvimento sustentável da agropecuária brasileira, impactando positivamente a economia, a sociedade e o meio ambiente. Tenha acesso à obra em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/12242

  • Sustentabilidade em pauta - Políticas Públicas do Agronegócio e Biocombustíveis

    Evento, que terá como temática central a Inovação, a Segurança da Informação e o Desenvolvimento Econômico Sustentável, contará com a participação de membros do Centro de Agricultura Tropical sustentável (STAC). O Centro Mackenzie de Políticas Públicas e de Integridade (CEMAPI - Mack Integridade) promoverá o evento “Políticas Públicas do Agronegócio e Biocombustíveis: Inovação, Segurança da Informação e Desenvolvimento Econômico Sustentável”. O foco do encontro será discutir a importância da supercomputação para o setor agropecuário. Atualmente, os dados do agronegócio brasileiro são armazenados em sistemas computacionais estrangeiros, o que compromete a total segurança e soberania dessas informações. Por esse motivo, torna-se essencial a criação de políticas públicas que incentivem o desenvolvimento de uma infraestrutura tecnológica robusta e localizada no Brasil, protegendo esses dados críticos contra possíveis ameaças cibernéticas e espionagem industrial. "Como representantes da Academia, entendemos que as políticas de fomento ao agronegócio necessitam de contornos jurídicos mais precisos, que conduzam pragmaticamente à meta do desenvolvimento sustentável, modernizando a estrutura regulatória para atender ao setor agrícola e contribuir para ampliar o já expressivo potencial dos biocombustíveis", destacou a coordenadora do CEMAPI, Cácia Pimentel. O evento reunirá renomados profissionais, incluindo o deputado federal Arnaldo Jardim; o ex-presidente do CNPq, Evaldo Vilela ; o pesquisador emérito do CNPq e diretor de pós-graduação em Agronomia da PUC-DF, Ruy Caldas ; o presidente do IPT e ex-reitor do ITA, Anderson Correia; a pró-reitora da UnB e pesquisadora em políticas públicas, Connie McNamus; a presidente da FORBES AGRO, Helen Jacintho; o livre-docente da Esalq, Weber Amaral; e a head de Sustentabilidade da Syngenta, Grazielle Parenti. Evento: Políticas Públicas do Agronegócio e Biocombustíveis  Data:  dia 03 de outubro, quinta-feira  Horário:  das 08h30 às 11h30  Local:  auditório MackGraphe, campus  Higienópolis Mais informações em: https://www.mackenzie.br/noticias/artigo/n/a/i/mackenzie-integridade-realizara-evento-voltado-para-o-agronegocio-e-sustentabilidade

  • Recuperação de pastagens degradadas pode contribuir para o compromisso climático do Brasil

    Estudo avalia os impactos socioeconômicos, de mudança no uso da terra , de emissões de gases de efeito estufa e da recuperação de pastagens degradadas no país, avaliando a contribuição para os compromissos do Acordo de Paris no Brasil . Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) avaliou os impactos socioeconômicos sobre o uso da terra, das emissões de gases do efeito estufa (GEE) e da recuperação de pastagens degradadas no Brasil. O artigo revela que essa prática pode contribuir para os compromissos brasileiros no Acordo de Paris. A pesquisa utilizou um modelo econômico de Equilíbrio Geral Computável para simular os efeitos da recuperação de pastagens entre 2015 e 2035. Os resultados mostram um aumento de 0,56% no Produto Interno Bruto (PIB) e um crescimento de 0,73% no consumo das famílias em 2035 , em comparação ao cenário base. Além disso, a recuperação de pastagens pode gerar um retorno social significativo, de R$ 8,27 para cada real investido. Os resultados regionais variam conforme o nível de dependência da pecuária. As regiões menos desenvolvidas e mais dependentes desta atividade seriam as mais beneficiadas, como o Centro-Oeste e os estados de Rondônia e Mato Grosso. Esses dados são essenciais para orientar políticas e incentivos à restauração de pastagens e auxiliar na tomada de decisão para o desenvolvimento sustentável da agricultura no Brasil. Adicionalmente, a recuperação de pastagens pode, ainda, impactar o uso da terra ao aumentar a produtividade na pecuária e ao gerar um efeito de economia de terras na ordem de grandeza de 1,15 milhão de hectares em 2035. Mesmo com esses avanços, o estudo destaca que, até 2030, o Brasil ainda não atingiria a meta de redução de 50% das emissões de GEE estabelecida no Acordo de Paris. No entanto, a recuperação de pastagens poderia contribuir com até 5,7% dessa meta . A pesquisa reforça que a recuperação de pastagens é uma alternativa sustentável, capaz de promover crescimento econômico, evitar o desmatamento e mitigar as emissões de GEE. Confira o artigo, na íntegra, em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S026483772400070X?via%3Dihub

  • Selo Verde Brasil: Programa do governo certificará produtos e serviços de origem sustentável

    Governo cria estratégia nacional para certificação de produtos e serviços sustentáveis com foco na economia verde e expansão internacional. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva estabeleceu o Programa Selo Verde Brasil , por meio do Decreto 12.063/2024. A iniciativa visa criar uma estratégia nacional de certificação e normalização de produtos e serviços brasileiros que atendam a critérios de sustentabilidade, reforçando o compromisso do país com a economia verde. Coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) , o programa tem como principal objetivo incentivar a melhoria da qualidade e sustentabilidade das cadeias produtivas nacionais. Além disso, busca aumentar a competitividade dos produtos brasileiros tanto no mercado interno quanto no exterior. No âmbito doméstico, o Selo Verde Brasil deve promover a economia verde , além de fortalecer o mercado de produtos sustentáveis, incentivar a inovação e a economia circular. A certificação poderá ser adotada de forma voluntária por empresas que cumprirem os critérios de sustentabilidade socioambiental, a serem definidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) . Entre esses critérios, espera-se a inclusão de rastreabilidade da produção, pegada de carbono, resíduos sólidos e eficiência energética. Segundo o vice-presidente e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin , o programa está alinhado às tendências globais de qualificação de produtos e serviços com base em critérios socioambientais. "Estamos reforçando nosso compromisso com a economia verde, que é um dos pilares da Nova Indústria Brasil . Precisamos preparar nosso mercado para as exigências da transformação ecológica, tanto no âmbito nacional quanto internacional", afirmou Alckmin. Para o secretário de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do MDIC, Rodrigo Rollemberg , a certificação vai além de um simples selo. "Essa é uma estratégia nacional para promover o desenvolvimento sustentável do setor produtivo", ressaltou. Segundo ele, essa certificação dará ao Brasil uma vantagem competitiva, posicionando o país como líder mundial na economia verde. Padrões e Reconhecimento Internacional O Selo Verde Brasil  será desenvolvido de acordo com padrões nacionais e internacionais, garantindo reciprocidade e reconhecimento mútuo  com outros países. Além disso, estará alinhado a instrumentos nacionais de promoção da transição energética e ecológica, como a Nova Indústria Brasil (NIB)  e o Plano de Transformação Ecológica . O Comitê Gestor será responsável pela implementação do programa, enquanto o Comitê Consultivo, ambos criados mediante portaria do MDIC, promoverá o diálogo entre os setores público e privado para construção conjunta das ações. Esses comitês também definirão as diretrizes e os produtos prioritários a serem certificados, com as primeiras normas técnicas previstas para o primeiro semestre de 2025. Veja a matéria completa em: https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202406/governo-selo-verde-brasil-certificar-produtos-e-servicos-origem-sustentavel

  • Uso de bactéria impulsiona agricultura sustentável ao reduzir consumo de fertilizantes nitrogenados

    Uma pesquisa realizada pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, sugere que a aplicação de bactérias promotoras de crescimento em plantas pode ser uma solução sustentável para diminuir a utilização de fertilizantes nitrogenados. O estudo, conduzido pelo pesquisador Cássio Carlette Thiengo, demonstrou que a inoculação da bactéria Herbaspirillum seropedicae  em capim-marandu, uma espécie comumente usada em pastagens, melhorou a utilização dos recursos do solo, o desenvolvimento das plantas e a eficiência dos nutrientes. Além disso, essa técnica apresenta baixo custo, é fácil de aplicar e não gera poluentes ambientais. Os resultados, publicados na revista científica Environmental Research , mostram a importância de alternativas sustentáveis para a agricultura, especialmente nas amplas áreas de pastagem tropical onde o capim-marandu (Urochloa brizantha cv. Marandu) é cultivado. O estudo explorou a compatibilidade da inoculação da bactéria diazotrófica endofítica Herbaspirillum seropedicae  HRC54, que fixa o nitrogênio da atmosfera diretamente nas plantas, em condições de diferentes níveis de fertilização nitrogenada, com o objetivo de potencializar o efeito sinérgico desses insumos na produção agrícola sustentável. Segundo Thiengo, a inoculação com bactérias promotoras de crescimento de plantas surge como uma promissora alternativa para reduzir a dependência de fertilizantes nitrogenados e aumentar a eficiência no uso do nutriente. "Essa abordagem de baixo custo e sem geração de resíduos poluentes se alinha perfeitamente com os princípios da agricultura sustentável e de baixo carbono, atendendo às demandas contemporâneas", afirma o pesquisador. Os resultados indicam que a fertilização nitrogenada influenciou a comunicação entre o capim-marandu e a Herbaspirillum seropedicae , sendo a inoculação mais eficaz em promover o crescimento do capim-marandu quando pouco ou nenhum fertilizante nitrogenado foi aplicado. "Essa compatibilidade se manifestou pelo aumento da fixação biológica de nitrogênio e pelas mudanças na arquitetura radicular, o que permitiu uma melhor exploração dos recursos do solo e do fertilizante aplicado, resultando em maior produção de forragem", destaca Thiengo. A pesquisa faz parte da dissertação de mestrado de Cassio Thiengo, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Solos e Nutrição de Plantas da Esalq, sob orientação do professor José Lavres, e teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). O trabalho também contou com a colaboração de especialistas da Unesp e da Universidade Estadual do Norte Fluminense, que contribuíram com a validação metodológica e o fornecimento da cepa bacteriana utilizada no estudo. Veja a matéria completa em: https://jornal.usp.br/ciencias/bacteria-pode-diminuir-impacto-do-uso-de-fertilizantes-nitrogenados/

  • Coordenador do STAC será premiado pela Fundação BUNGE

    Durval Dourado Neto, professor do Departamento de Produção Vegetal da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP) e Coordenador do Centro de Agricultura Tropical Sustentável, será premiado pelo seu trabalho no segundo tema, na categoria Vida e Obra. A Fundação Bunge, entidade social da Bunge no Brasil, anunciou em julho os pesquisadores brasileiros que receberão o Prêmio Bunge 2024. Desde 1955, mais de 200 personalidades brasileiras foram reconhecidas por suas contribuições científicas, literárias e artísticas por meio deste prestigiado prêmio. Na 68ª edição, a Fundação Bunge premiará profissionais cujos trabalhos abordam os temas "Rastreabilidade na produção de alimentos: segurança alimentar, capacitação e redução de assimetrias regionais" e "Desenvolvimento e uso de tecnologias e conectividade acessíveis para a sustentabilidade no campo", ambos na área de Ciências Agrárias e Aplicadas. O Prêmio Bunge, primeira iniciativa da Fundação Bunge, foi criado para incentivar a inovação e disseminação do conhecimento no Brasil. Anualmente, são premiadas personalidades de destaque nas categorias Vida e Obra, que homenageia indivíduos cujas carreiras se consolidaram e tornaram-se referência em suas áreas, e Juventude, que reconhece jovens talentos com até 35 anos. Os candidatos ao prêmio são indicados espontaneamente por dirigentes de universidades e principais entidades científicas do país. A seleção é feita por Comissões Técnicas compostas por especialistas nas áreas de premiação. A cerimônia de entrega do Prêmio Fundação Bunge ocorrerá em setembro, na capital paulista. Vida e Obra: Durval Dourado Neto Durval Dourado Neto é bacharel em Agronomia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), mestre em Agronomia (Irrigação e Drenagem) pela Universidade de São Paulo (USP) e doutor em Agronomia (Solos e Nutrição de Plantas) também pela USP. Especializou-se em Física do Solo pelo International Centre for Theoretical Physics (ICTP) em Trieste, Itália, e realizou pós-doutorado em Física do Solo e Modelagem em Agricultura na Universidade da Califórnia, com bolsa da Fapesp. Ao longo de sua carreira, atuou como Engenheiro I na Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf), professor em várias posições no Departamento de Produção Vegetal da Esalq/USP, e ocupou cargos de coordenação e direção, incluindo Vice-Diretor e Diretor da Esalq. Foi Vice-Presidente da Comissão de Pós-Graduação do Programa Integrado em Bioenergia e Coordenador do STAC. Atualmente, é Pesquisador Científico do CNPq (1A) e Professor Colaborador da Fundação Getulio Vargas. Com vasta experiência nacional e internacional na área de Agronomia, especialmente em Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto é um exemplo de dedicação e excelência na pesquisa científica. Veja a matéria na íntegra em: https://www.esalq.usp.br/banco-de-noticias/pesquisador-da-esalq-ser%C3%A1-premiado-pela-funda%C3%A7%C3%A3o-bunge

  • Evento organizado pelo STAC recebe alunos estrangeiros

    II Sustainable Tropical Agriculture School and Tech Tour ocorre entre os dias 15/07 e 26/07. Em sua segunda edição, o Sustainable Tropical Agriculture School and Tech Tour, tem como principal objetivo estabelecer conexões de cooperação acadêmica entre professores e alunos do Brasil e da China, bem como debater sobre a agricultura sustentável no contexto brasileiro. Segue, abaixo, a programação do evento:

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